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Lucas Aribé prestigia Workshop na UFS

Data de Publicação: 04 de Dezembro de 2018

#PraTodoMundoVer: O vereador Lucas Aribé está sentado com alguns participantes do Workshop

#PraTodoMundoVer: O vereador Lucas Aribé está sentado com alguns participantes do Workshop

O Projeto Aracaju Acessível, uma ação permanente do mandato do vereador Lucas Aribé (PSB), foi um dos apoiadores do Workshop ‘Projetar para Todos: Por uma Cultura Arquitetônica mais Inclusiva’, realizado nos dias 3 e 4 de dezembro no Campus São Cristóvão da UFS, com a presença do parlamentar.

O evento, que teve 40 vagas ofertadas, foi organizado pela professora substituta da instituição, arquiteta, urbanista e doutoranda, Larissa Scarano, e ministrado pela professora Dra. Angelina Dias Leão Costa, do Laboratório de Acessibilidade (Lacesse) do Programa de Pós-Graduação em Administração Universitária da Universidade Federal da Paraíba.

O vereador Lucas Aribé parabeniza a iniciativa de promover o workshop sobre acessibilidade para os profissionais e estudantes de arquitetura, com o objetivo de conscientizá-los na elaboração dos projetos. “Essa somação de forças para que tenhamos um ambiente mais acessível e inclusivo me deixa cada dia mais com a sensação de dever cumprido, porque estamos pensando em acessibilidade não só para as pessoas com deficiência, mas para todos”, destacou Lucas.

Segundo a professora Larissa Scarano, pesquisadora sobre acessibilidade desde 2008, o evento foi idealizado em celebração ao Dia Internacional da Pessoa com Deficiência, comemorado em 3 de dezembro. “Fizemos esse evento com o intuito de provocar os projetistas e também as pessoas de outras áreas, no sentido de pensar em espaços mais inclusivos. Nosso objetivo é pensar em um projeto para todos e pensar numa acessibilidade plena que não favoreça somente a um grupo, mas a todos independente da sua habilidade e condição física”, pontuou Larissa.

De acordo com a professora Angelina Dias Leão Costa, a finalidade desse curso é de plantar sementes e fazer com que os participantes tenham mais formação do que informação sobre acessibilidade. “Pensamos acessibilidade no sentido bastante amplo e não apenas como uma supressão de barreiras, mas principalmente no ponto de vista emocional e ambiental, no qual todas as pessoas se sintam convidadas a integrar e a participar de um ambiente construído para todos”, enfatizou Angelina.

Fotos: Ascom/Lucas Aribé