Lucas Aribé - Cartilha Comunicar para Incluir

Aracaju Acessível

Cartilha Comunicar para Incluir

Data de Publicação: 03 de Setembro de 2018

 

CARTILHA AUDIODESCRITA: COMUNICAR PARA INCLUIR

 

A Cartilha Comunicar para Incluir apresenta-se em uma folha A4 dobrada ao meio, de papel couchê fosco, com a espessura de 150 gramas, no formato final 21 por 29.7 centímetros, impressa em cores.

A capa da Cartilha (primeira página) contém a marca do Projeto Aracaju Acessível, definida por uma figura no formato de um losango dividido em quatro partes, sendo três encaixadas entre si como peças de um quebra-cabeça nas cores verde, amarelo e laranja, e uma na cor azul ainda por encaixar na peça verde. A peça verde traz a imagem de um casal e uma criança de mãos dadas, simbolizando a família; a amarela, um ônibus representando os transportes públicos; a laranja, um ciclista e um atleta; e o azul o símbolo da acessibilidade e do desenho universal: uma pessoa sentada em cadeira de rodas. Ao redor das peças, formando losango, tem um fluxo contínuo na cor preta e frisos brancos, identificando uma estrada. Abaixo a inscrição Aracaju Acessível, seguida da mesma inscrição em Braille.

Na sequência, um banner azul contendo a animação de uma jovem com blusa laranja, cabelo azul com a mão direita erguida em  aceno. Acima o título: “Comunicação inclusiva: A sua atitude faz toda a diferença.” Abaixo o site lucasaribe.com.br/aracajuacessivel, seguido da marca  com a inscrição: Vereador, tendo abaixo o nome Lucas Aribé e representação em Braille desse nome.

Na segunda página, ao centro, em letras coloridas, a frase: Sua Comunicação é Inclusiva?

Abaixo o texto:

A comunicação inclusiva é o primeiro passo para a construção de uma sociedade que respeita e valoriza a presença e a participação das pessoas com deficiência. Essas pessoas têm o direito de falar e ouvir, elas precisam ter acesso à informação para exercer plenamente a sua cidadania. Mas a comunicação inclusiva não depende exclusivamente delas. É um dever de todos, inclusive seu. Por isso, preparamos algumas dicas para que você adote atitudes e comportamentos que permitam o diálogo sem barreiras.

  1. Use o termo “pessoa com deficiência” em vez de “portador de deficiência” ou “pessoa com necessidades especiais”. Os termos “cego” e “surdo” também podem ser utilizados.

  2. Termos pejorativos como “deficiente”, “aleijado”, “inválido”, “retardado” ou “incapaz”? Nem pensar!

  3. Ao falar com uma pessoa com deficiência, dirija-se diretamente a ela, mesmo que esteja acompanhada.

  4. Se a pessoa com deficiência falar e você não entender, peça que repita quantas vezes forem necessárias.

  5. Ao perceber que uma pessoa com deficiência está em dificuldade, ofereça ajuda. Se ela aceitar, pergunte como deve proceder.

Na sequência, ao centro, animação de um jovem usando óculos, trajando camisa verde e calça azul, sentado em cadeira de rodas com os braços abertos.

Abaixo o texto:

  1. Ao conversar por mais tempo com uma pessoa de baixa estatura, muletante ou cadeirante, procure deixar seus olhos e os dela na mesma altura, para que ela não precise ficar olhando para cima por muito tempo.

  2. Enquanto conduz uma pessoa em cadeira de rodas, se parar para conversar com alguém, lembre-se de virar a cadeira de frente para que a pessoa também possa participar da conversa.

  3. Não se acanhe em usar termos como “andar” e “correr”. As pessoas com deficiência física empregam naturalmente essas mesmas palavras.

 

Na segunda página, desenho de uma face estilizada usando óculos e com um  leve sorriso marcado por bochechas na cor amarela.

Na sequência o texto:

  1. Ao entrar num recinto onde se encontra uma pessoa com deficiência visual, fale com ela. Isso a ajudará a identificá-lo.

  2. Se uma pessoa cega aceitar sua ajuda como guia, coloque a mão dela no seu cotovelo dobrado. Ela irá acompanhar o movimento do seu corpo enquanto você caminha. Em locais estreitos, coloque o seu braço para trás.

  3. É sempre bom avisar sobre a existência de degraus, colunas, buracos e outros obstáculos no trajeto. Diga, por exemplo: “sobe”, “desce”, “direita”, “estreito”, “passo largo”.

  4. Ao explicar direções, seja o mais claro e específico possível. De preferência, indique as distâncias em metros (“uns 20 metros à nossa frente”, por exemplo).

  5. Você não precisa falar em tom de voz mais alto quando conversa com uma pessoa cega. Fale em tom de voz normal.

  6. Fique à vontade para usar palavras como “veja” e “olhe”, pois as pessoas com deficiência visual as empregam com naturalidade.

  7. Sempre que for se afastar de uma pessoa cega, avise.

 

Ao centro, desenho de uma mulher com blusa laranja abraçando um senhor com camisa verde.

Na sequência o texto:

  1. Ao falar com uma pessoa surda, busque identificar a forma como ela se comunica e respeite sua maneira de se expressar. Os indivíduos surdos apresentam diferentes formas de comunicação. Se necessário, comunique-se por escrito. O importante é se comunicar.

  2. No primeiro contato, acene ou toque levemente no braço da pessoa surda para chamar a atenção. Caso ela saiba fazer leitura labial, posicione-se de frente, atentando-se à interação e demonstrando respeito.

  3. Durante a conversa, mantenha sempre contato visual. Se você desviar o olhar, a pessoa surda pode achar que a conversa terminou. Mesmo que a pessoa surda esteja acompanhada de um intérprete, dirija-se a ela, e não ao intérprete.

 

Na contracapa (quarta página), ao centro de um banner na cor amarela, desenho de jovem com cabelo azul usando blusa verde e manuseando uma mesa de canais.

Na sequência o texto:

  1. Ao encontrar uma pessoa com paralisia cerebral, trate-a com naturalidade e respeite o seu ritmo. Tenha paciência ao ouvi-la, pois a maioria tem dificuldade na fala. Não confunda o ritmo lento com deficiência intelectual.

  2. Trate a pessoa com deficiência intelectual com respeito e consideração. Não a ignore. Cumprimente e despeça-se dela normalmente, dê-lhe atenção, converse, seja natural como faria com qualquer pessoa.

  3. Não super proteja as pessoas com deficiência intelectual. Deixe que elas façam ou tentem fazer sozinhas tudo o que quiserem. Ajude apenas quando for realmente necessário. Da mesma forma, não subestime a inteligência delas. Essas pessoas levam mais tempo para aprender, mas podem adquirir muitas habilidades intelectuais e sociais.

 

Abaixo os dizeres em azul, amarelo e vermelho: “Comunicação inclusiva: A sua atitude faz toda a diferença.”

Na sequência, canto esquerdo, um cadeirante ergue a bola de basquete em posição de arremesso pronto para jogá-la na cesta que se encontra à sua frente. No canto direito a marca com a inscrição: Vereador, tendo abaixo o nome Lucas Aribé e representação em Braille desse nome. Depois o registro do site: lucasaribe.com.br, facebook, instagram e twitter lucasaribe.

Fim da audiodescrição.

Audiodescritora: Ana Raquel Silva Santos Alves

Consultor da audiodescrição: Lucas Aribé